A Laugh to Cry confronta a destruição da memória, a devastação da Terra, a guerra e o possível colapso da humanidade, mas afirma o poder da criação como recusa do silêncio.
A ópera desenrola-se entre o sonho e a realidade, o visível e o invisível, o riso e o choro.
Música e libreto multilíngue de Miguel Azguime, encenação de Paula Azguime, direcção de Pedro Neves, solistas Camila Mandillo, Andrea Conangla e André Henriques, recitantes Jade Mandillo e Miguel Azguime, e o Sond’Ar-te Electric Ensemble.